Desculpem-me a ausência. Prometo que isso acaba quando eu entrar na USP. Tô indo pra praia agora, logo, incomunicável por uma semana. Se tiver meu número, liga. Se não tiver, é porque de fato não quero que me ligue. [; Kiddin'. Divirtam-se com os antigos, crianças. E FELIZ 2010 PRA TODOS! Lhes desejo tudo de melhor. Pois é, não tive tempo nem mesmo de escrever uma reflexão sobre meu ano. :S Desculpem-me. Beijos a todos. Natália Albertini.
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Mamãe, tem um monstro no meu armário.
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O edredon lhe cobria as orelhas, deixando de fora apenas seus olhos. O travesseiro já tinha a marca de sua cabeça afundada ali. Os lençóis estavam encharcados, já que, em plena noite de dezembro, ela estava coberta. Entretanto, o suor não vinha só do calor corporal. Vinha também do calor causado pelos arrepios e pelo medo que a envolvia. O quarto estava escuro. Era iluminado somente por uma fresta de luz lunar que atravessava sua janela. A porta que dava para o corredor estava fechada, enegrecendo ainda mais o ambiente. O guarda-roupa que ficava em frente à cama, na parede oposta, tinha uma de suas portas entreabertas. Ela acordara no meio da noite e a encontrara assim, semi-aberta. E podia jurar que, antes de se deitar, a havia fechado. Dali de dentro, entre os casacos e jeans, havia dois pontinhos arroxeados e brilhantes que despertavam na garota um pavor estonteante. Ela sentiu as costas, molhadas de suor, encostarem na parede. Já havia se afastado o máximo possível e ainda assim nã...
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Desculpem-me pela ausência (AGAIN). Tudo bem corrido, tempo escoando por entre meus dedos. Meio perdida. Tô na segunda fase da FUVEST! *-* E com umas ideias boas de contos. Assim que der (vontade), eu posto. Estou lendo Noturno, do Guillermo del Toro ( *0* ) e do Chuck Hogan. Depois desse, The Bone Collector. Beijos a todos. Natália Albertini.
Matemática Viscosa.
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- Mas, antes de ser senoide, é uma equação modular, concordam? - Sim... - alguns alunos responderam. Enquanto o professor copiava o exercício na lousa e alguns estudantes já o resolviam por conta própria, do lado de fora da sala de aula veio um grito aterrorizado, rasgando o silêncio. Todos se encararam com olhares cheios de interrogação e receio. Antes que murmúrios começassem, o professor perguntou: - Isso foi lá fora? - e foi até a janela, procurar na rua, lá embaixo, por algum acidente de trânsito. Uma voz sozinha o corrigiu, assustada: - Não, professor...foi aqui dentro. - Não deveria ter pronunciado tais palavras. Todos já sabiam que havia sido ali dentro, mas dizê-lo tornava ainda mais real o que agora já se transformava em medo. O tutor fez uma pergunta quase que retórica, para si mesmo: - Aqui dentro? Deixou o microfone numa das carteiras da primeira fila, largou o giz no suporte protuberante da lousa e saiu da sala com determinação, sem pedir licença, deixando-os somente a ...
Tão nossas.
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Uma era filha única e pequeneninha, outra tinha uma irmã mais nova e ria com efizemas pulmonares, outra tinha os cabelos bem curtinhos e um sorriso encantador, enquanto uma outra lutava judô e amava os animais. Uma quinta tinha uns olhos de Capitu e franjinha, outra tinha luzes no cabelo e quilos de roupa da Puma, enquanto uma outra tinha uns cachos compridos e curtia um rock pesado. Mesmo com tantas diferenças, as sete se reuniam todas as manhãs, nos dois intervalos, para trocar reclamações, risadas ou esperanças. Já era dezembro. Meu Deus, já era dezembro... Mas elas não pareciam se afetar pelo clima nostálgico que rondava a todos, elas pareciam saber que suas peculiaridades, quando formando aquele coletivo, valia mais que qualquer distância ou tempo. E por mais que de fato, em algum momento, se separassem, as lembranças seriam mais que só dois ou três bilhetes trocados, seriam milhares e milhares de fotos e vídeos. Sei que não falo muito isso, mas acho que se olhar bem, vocês conseg...
E viva Vinícius.
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Abre os olhos devagar, se dá por conta que mesmo depois de dozer horas de sono, ainda está imprestável devido ao show da noite anterior...e que show! Levanta devagar e vai escovar os dentes. Toma um belo café da manhã. Liga pra alguns amigos, assite um filme, lê, recebe alguns e-mails, toma um belo banho. Cochila por uns vinte minutos. Acorda com melhor disposição e põe-se a escolher uma roupa adequada, preparando-se pra noite que ainda está por vir. Faz tudo cantando alto ao ritmo da música, com um sorriso no rosto. Separa os pertences e come algo antes de sair. E apesar das dores nas pernas e na coluna, tem uma vontade incrível de sair e festejar com os amigos, pra completar o dia. Porque hoje é sábado! Natália Albertini.