domingo, 25 de abril de 2010

Esfomeados.

Corria por uma casa abandonada, tropeçando em degraus no meio dos corredores e encurralando-se diante de toda aquela escuridão asfixiante.
Os certos e famintos passos se aproximando, se aproximando.

Suas mãos suadas esfregaram seus olhos.
Acordou.
Chovia forte do outro lado da janela, transtornados trovões tremeluziam e atracavam as venezianas.
Encolheu-se debaixo do fino lençol, vasculhando o quarto em busca de sabe-se lá o quê.
Dobrou o dorso e respirou fundo, trancando os olhos a nove chaves.

Ps.: e como estou indo dormir, paro por aqui, hehehe.
Natália Albertini.

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