segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Ondas.

Em intervalos irregulares e desesperadoramente curtos, essa água salgada se acha no direito de pular dos meus olhos. Mas, pelo menos por hoje, nem que eu tenha que esmigalhar meu maxilar de tanto mordê-lo, vou tentar fazer com que esse mar fique dentro de mim.
O pior de tudo é não ver motivo aparente pra todo esse escândalo.
At these points, I even wish I had another kind of shoulder to cry over...Anyway, it just...doesn't matter.

Natália Albertini.

Um comentário:

Hacius disse...

Hmm... ficou muito bonito. Triste, pra mim, mas bonito.