sábado, 6 de fevereiro de 2010

De quatro (?).

E naquela noite incomum de quarta-feira, eles sentaram na mesma mesa, tomaram uns chopps e jogaram conversa fora.
Falaram besteiras, lembraram do passado e planejaram o futuro.
Estranho.
Os planos eram individuais. Não incluíam um ao outro nos próprios objetivos.
Os quatro trocavam palavras com a maior facilidade do mundo, olhares descarados, indiscretos e nostálgicos.
Uma festa foi razoavelmente combinada para a semana seguinte.
À medida que a conversa melhorava, a quantidade de chopp aumentava.
Passaram algum tempo ali, juntos, amedrontados e simultaneamente empolgados com a nova fase.

E naquela noite incomum de quarta-feira, sentada na mesma mesa que eles, ela percebeu que um não falava do outro incluso nas próprias metas porque eles eram um capítulo paralelo. Era óbvio que continuariam semi-juntos por um bom tempo. Eles continuariam sendo(-se)(?) a válvula de escape.

Ps.: aaaah, minhas...válvulas (?).
Natália Albertini.

2 comentários:

Andy disse...

...e tão importantes que são as válvulas de escape...uma conversa, uma música, uma pintura
bjinhos

Leticia disse...

to na bad beijos