terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mente indisciplinada.

O grupo postou-se à frente da sala em função da apresentação do trabalho.
Uma das garotas começou com:
- Então, nós vamos falar sobre...
Meu cenho se franziu. Divaguei.
Tá, eu sei que é informalidade, mas ué, mas ela ainda não tinha falado nada. Como é que fez uso duma conjunção conclusiva se ainda não tinha nada para concluir, muito pelo contrário, ia ainda iniciar?!
Ela prosseguiu:
- O anúncio é muito claro e possui algumas ambiguidades.
Não, calma... Ela opôs duas ideias, certo? Então a conjunção não deve ser aditiva, mas sim adverstiva, já que ela propôs uma antítese. Não, um paradoxo. Não! Um oxímoro!
Ai, credo, Natália, chega. Você já passou no vestibular.
É, chega, chega! CHEGA!
- O anunciante também faz uso de metáforas...
Metáfora! Figuras de linguagem, ...

Ps.: dedico este à Bebê! :D
Natália Albertini.

Um comentário:

Anônimo disse...

Conjunção conclusiva desesperativa.
Obrigada pela singela homenagem, me faz lembrar que minha vez está por vir.