domingo, 7 de junho de 2009

Auto-orelha e contra-ajuda

Pois lá estava esta obra quase esculpida na editora, quando alguém se apercebeu: falta a orelha! E agora?, pensei. De silicone é moda, mas o órgão, no caso, não comporta. Pedir uma para um colega mais graduado, tudo bem, só que aí o livro corre o risco de sair, como tantos outros, com mais orelha que cérebro.
Não é fácil uma orelha. Não faltou nem um engraçadinho sugerindo pedir uma ao nosso escritor mais famoso, sob a torpe alegação de que ele é mago mesmo e tem por sobrenome um bicho com orelha de sobra. Das ilações com Van Gogh, justo o meu pintor do coração, nem é bom falar.
(...)

Carlos Moraes, orelha do livro Como ser feliz sem dar certo - e outras histórias de salvação pela bobagem.

Ps.: sim, morri de rir com isso hoje no meio da prova, beijos.
Natália Albertini.

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