quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Café da Tarde.

Luz. Fefê corre pelo quintal de minha mãe. Seu cabelo castanho fixa-se em sua testa e em suas bochechas rosadas. Seu cadarço esquerdo está desamarrado.
- Fê, deixa a mamãe amarrar seu cadarço - estico os braços para minha criança.
Cílios. Treva.
Luz.
- Mamãe! - o mar salta-lhe pelos olhos e pela garganta, molhando o chão, agora mais próximo.

Natália Albertini.

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